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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos - dia 1

Iniciámos na ESFA o Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos, uma organização da Biblioteca Escolar e do Departamento de Ciências Sociais e Humanas representado pela docente Sara Vermelho.
Para iniciar o dia enviámos a todas as turmas da nossa escola um texto para reflexão alusivo à temática dos Direitos Humanos. De seguida, estava prevista a atuação da classe de Ginástica, mas infelizmente, as condições meteorológicas não o permitiram pelo que o evento teve de ser cancelado.
Montámos nas escadas de acesso à biblioteca um painel dedicado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável com trabalhos de ilustração dos alunos de Artes, realizados na aula da docente Cristina Vouga. Também os alunos do 9º ano da docente Anabela Pascoal trabalharam a temática tendo elaborado trabalhos que deram origem ao um móbil que foi colocado à entrada das escadas. Às duas docentes e aos alunos e alunas que colaboraram o nosso agradecimento.

Já no auditório, ouvimos uma mensagem de abertura que nos foi lida pela Ana Margarida Rodrigues e as alunas do 12º L deram início à sessão enunciando alguns dos principais objetivos desta iniciativa. Foi partilhado um filme sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ao que se seguiu a intervenção do senhor Sub-diretor do Agrupamento, Dr. Fernando Espinha.

Antes de passarmos a palavra ao nosso convidado, ouvimos ainda uma leitura encenada do texto “Refugiados em nós” que foi realizada pelas alunas do 12ºK, coordenadas pela docente Maria Aguiar.
Seguiu-se a intervenção do Dr. Pedro Neto, diretor executivo da Amnistia Internacional Portugal que deu a conhecer o trabalho da organização em defesa dos Direitos Humanos, apelando a uma participação ativa de todos e de cada um de nós. Foram apresentados os casos da Maratona de Cartas deste ano, o maior evento mundial de Direitos Humanos, a que todos os anos aderimos e feito o apelo para que, depois de conhecermos cada um dos casos, contribuíssemos juntando a nossa assinatura às milhares de assinaturas desta ação global. Houve ainda espaço para a divulgação da campanha Brave que visa o reconhecimento, a proteção e a segurança de todos os que lutam pela defesa dos direitos humanos. Acompanharam o Dr. Pedro Neto  a  coordenadora do Núcleo de Viseu da Amnistia Internacional, Dra Patrícia Filipe, que já por diversas vezes esteve na nossa escola e a Dra Maria José Santos, nossa conterrânea.

Durante a tarde, contámos com a presença da Dra Rita Paulos, Diretora Executiva da Casa Qui que dinamizou uma sessão muito participada dedicada à igualdade de género. Contámos também nesta sessão com a colaboração de três alunas do 12ºK que prepararam nas aulas da docente Maria Aguiar uma leitura encenada do texto “Não é normal. Não é amor. É violência!

E foi assim que chegámos ao fim do primeiro dia do Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos. Muito obrigada aos nossos convidados, à professora Maria Aguiar e aos alunos e docentes que estiveram presentes nestas sessões. 
Ficam algumas fotos!

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Maratona de Cartas 2017 - Conheça os Casos deste ano

Vivemos atualmente numa era onde o medo, a divisão e a demonização ganham terreno. À urgência de defender os direitos humanos soma-se agora a urgência em defender todos os corajosos defensores que estão na linha da frente! Nesse sentido, e no âmbito da nova campanha internacional BRAVE, todos os casos da Maratona de Cartas dizem respeito a defensores de direitos humanos.

CLOVIS RAZAFIMALALA -  MADAGÁSCAR


Clovis Razafimalala adora a floresta tropical de Madagáscar. Este pai de duas crianças e ativista ambiental faz tudo o que estiver ao seu alcance para proteger as ameaçadas árvores cor de rubi, as árvores de pau-rosa. Contudo, nada impedirá uma corrupta rede de traficantes de tentar silenciar Clovis e outros ativistas como ele. Motivados pelos milhares de milhões de dólares que conseguem angariar através da venda ilegal desta árvore rara, Clovis e os restantes ativistas tentam corajosamente travá-los enquanto o governo ignora a situação. Apesar da existência de leis contra a sua venda, o mercado negro de pau-rosa está em crescimento, o que realça a importância dos traficantes para o efeito. Infelizmente, o ativismo de Clovis tem um preço.

 Em setembro de 2016, Clovis foi detido, acusado de organizar um protesto  violento. Várias testemunhas referiram que à hora do protesto ele estava num restaurante, mas essas testemunhas nunca foram inquiridas no decurso da investigação. Esta não é a primeira vez que Clovis é considerado um alvo. Em 2009 a sua casa foi incendiada e tem sido frequentemente aliciado a receber subornos para parar de defender a floresta tropical de Madagáscar, sendo que todas as ofertas foram recusadas. Em julho de 2017, Clovis foi condenado, com recurso a acusações falsas, a uma pena suspensa de 5 anos. Encontra-se atualmente a cumprir pena suspensa em liberdade. Clovis não vai parar, e o seu ativismo pode leva-lo para a prisão, a qualquer momento.

Apelamos ao ministro da justiça no Madagáscar para que a condenação de Clovis Razafimalala seja anulada, e que os direitos de todos os defensores de direitos humanos sejam protegidos. Apelamos para que todos os traficantes sejam responsabilizados pelo comércio ilegal de pau-rosa.

OS 10 DE ISTAMBUL -  TURQUIA


Era suposto ter sido um dia normal para İdil Eser, diretora da Amnistia Internacional na Turquia. Estava numa formação de rotina para defensores de direitos humanos, em julho de 2017, em Istambul. Com ela estava a sua amiga e ativista Özlem Dalkıran, fundadora da secção da Amnistia na Turquia, fazendo agora parte da Avaaz e da Citizens’ Assembly. Quando o terceiro dia do seu workshop estava a começar, a polícia invadiu o edifício e prendeu-as em conjunto com mais oito pessoas. A acusação? “Apoiar uma organização terrorista” – uma alegação absurda. A detenção dos 10 de Istambul seguiu-se à do Presidente da Amnistia na Turquia, Taner Kılıç, detido desde 9 de junho com uma acusação igualmente inaceitável: a de ser membro de uma “organização terrorista organizada”.

Estas detenções são as últimas de uma série de esforços do governo turco em silenciar os seus críticos. Desde a tentativa de golpe de Estado de julho de 2016, mais de 150 000 pessoas encontram-se sob investigação criminal. Os 10 de Istambul dedicaram a sua vida a defender os direitos de outros. Defendem e promovem a liberdade, lutando para que todos na Turquia possam ser tratados de forma justa. Cada dia que estes defensores de direitos humanos passem atrás das grades, é um dia a mais da atual violenta repressão de liberdades na Turquia.

Apelamos ao ministro da justiça na Turquia a libertar todos estes defensores de direitos humanos e a parar a sua opressão.

SAKRIS KUPILA -  FINLÂNDIA

Sakris Kupila nunca se identificou como uma mulher. Contudo, este estudante de medicina de 21 anos, enfrenta perseguições diárias uma vez que os seus documentos de identidade afirmam que ele é mulher. Sakris era ainda adolescente quando percebeu que o género que lhe foi atribuído à nascença não representava a pessoa que é. Ele escolheu um novo nome – considerado masculino – mas, segundo a lei finlandesa, as pessoas não estão autorizadas a ter um nome que corresponda a outro género que não o seu. Sakris teve de ser diagnosticado com um “distúrbio mental” para poder ter o nome que escolheu. Este foi o seu primeiro passo para o reconhecimento legal da sua pessoa. Mas para que o seu género seja reconhecido e alterado na Finlândia, para além do diagnóstico de “distúrbio mental”é também necessário submeter-se a um processo de esterilização. Estas exigências colocam em causa a reputação da Finlândia enquanto país tolerante e aberto. Para Sakris a escolha era óbvia: ele opõe-se a este tratamento humilhante e exige a mudança da lei. Sakris refere que “os mais básicos direitos humanos de pessoas transgénero estão a ser violados na Finlândia”, e acrescenta “não só somos discriminados pela sociedade como também pelo Estado”. A luta de Sakris tornou-o alvo de ameaças e hostilidade. Mas ele não desiste! “Eu só paro quando a luta tiver terminado”, diz.

Apelamos ao primeiro ministro da Finlândia para alterar a lei e a apoiar os defensores dos direitos transgénero.

SHACKELIA JACKSON - JAMAICA

Shackelia Jackson, uma corajosa ativista, não vai desistir. Quando o seu irmão Nakiea foi alvejado pela polícia em 2014, ela garantiu que investigadores independentes da Jamaica protegiam a cena do crime. A polícia perseguia um suspeito de um assalto com “aspeto de rastafári”, e Nakiea correspondia a essa descrição. A polícia encontrou-o no seu pequeno restaurante e disparou. Os homicídios perpetrados pela polícia são demasiado comuns na Jamaica e têm sobretudo como alvo os jovens e cidadãos mais pobres. Só na última década foram mortas cerca de 2000 pessoas. Shackelia estava determinada a não deixar que a história de Nakiea terminasse aqui. Tem vindo a batalhar contra um sistema judicial muito lento, e subfinanciado, por justiça. Nesse processo, reuniu dezenas de pessoas cujos familiares foram assassinados de forma semelhante, ampliando o seu desespero por justiça. A polícia respondeu com intimidações e rusgas à sua comunidade, que sempre coincidem com as datas das audiências em tribunal. Também ela e a sua família já foram alvo de intimidações. Mas Shackelia recusa-se a ser silenciada. Ela diz que estas tentativas apenas reforçam a sua crença de que o que faz está correto. “Eu luto porque não tenho outra escolha”, refere. “Parar significa que estou a dar autorização para que outro agente policial mate outro dos meus irmãos”.

Apelamos ao primeiro ministro da Jamaica para garantir justiça por todos os que foram mortos pela polícia.

FARID AL-ATRASH e ISSA AMRO  - ISRAEL/TERRITÓRIOS PALESTINIANOS OCUPADOS

Farid al-Atrash e Issa Amro querem o fim dos colonatos israelitas – um crime de guerra que resulta dos 50 anos de ocupação do território palestiniano. Israel transformou muitas partes dos territórios ocupados em áreas de acesso proibido a palestinianos, tornando impossível a sua livre deslocação. Em oposição, os colonos judeus israelitas podem circular livremente em todo o espaço. Dedicados ao ativismo pacífico, Farid e Issa enfrentam ataques constantes por parte dos soldados israelitas e dos colonos. Issa incentiva os jovens palestinianos a encontrarem formas pacíficas de se oporem à ocupação de Israel e às leis discriminatórias em vigor na cidade de Hebron. Consequentemente, as forças israelitas já o prenderam mais de uma vez, tendo já sido agredido e submetido a deslocações e interrogatórios de olhos vendados. “As forças de ocupação israelitas consideram-nos um alvo para nos silenciar”, referiu Issa. Por outro lado, Farid, um advogado que expõe os abusos quer das autoridades israelitas como das autoridades palestinianas, enfrenta abusos semelhantes. Em fevereiro de 2016, Issa e Farid protestaram pacificamente na cidade de Hebron por altura do 22º aniversário do primeiro encerramento de umas das suas ruas a palestinianos, a rua al-Shuhada. Em Hebron, 200 000 palestinianos vivem reféns dos 800 colonos israelitas que vivem no centro da cidade. Os dois homens enfrentam agora acusações absurdas, claramente formuladas para impedirem que o seu trabalho em direitos humanos continue.

Apelamos ao primeiro ministro de Israel para que todas as acusações contra Farid e Issa sejam retiradas imediatamente.


Assine aqui!

domingo, 4 de dezembro de 2016

Conheça os Casos da Maratona de Cartas 2016

Amanhã, a iniciar o Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos teremos connosco a Dra Patrícia Filipe do Núcleo de Viseu da Amnistia Internacional que fará a apresentação dos 4 casos que integram a Maratona de Cartas deste ano! Na escola, mais uma vez, iremos dar o nosso apoio a este evento mundial!
Conheça melhor os casos deste ano e apoie assinando as petições!

Annie Alfred (Malawi)
 Edward Snowden (EUA)
 Shawkan (Egito)

Eren Keskin (Turquia)
Advogada e antiga diretora de um jornal, Eren Keskin é uma voz crítica do Estado turco há décadas. Há 11 anos um dos seus discursos enfureceu as autoridades, acusando o Estado de “assassinar uma criança de 12 anos”: Uğur Kaymaz. Para Eren, a morte desta criança às mãos do exército, em 2004, é uma das muitas manchas na história da Turquia, pelas quais as autoridades têm de ser responsabilizadas.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Maratona de Cartas 2016 - Histórias de sucesso

Para que serve a Maratona de Cartas? Será que o facto de escrevermos cartas mudará alguma coisa?
Conheça alguns dos casos de sucesso desta iniciativa e junte-se a nós na Maratona de Cartas 2016!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos - 1º dia

Na quarta-feira iniciámos o Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos.

Para iniciar o dia enviámos a todas as turmas da nossa escola um texto para reflexão alusivo à temática dos Direitos Humanos e, após algumas atividades que simbolizaram a abertura do evento, demos início à sessão da manhã no auditório. Foi exibido um pequeno vídeo sobre a história dos Direitos Humanos e de seguida a Dra Maria José Santos, em representação da Amnistia Internacional - Núcleo de Viseu, apresentou os casos da Maratona de Cartas 2015, sensibilizando os presentes para apoiarem esta causa. A sessão terminou com a apresentação da peça de teatro "Saber dizer sim, saber dizer não" representada pelos alunos do Curso Profissional de Artes do Espetáculo.  

No átrio da biblioteca foram expostos materiais do Projeto “Photo Voice”, um projeto que foi dinamizado pela EAPN – Rede Europeia Anti Pobreza no ano letivo anterior com a turma do 10º G e um painel relativo aos Refugiados elaborado pela Biblioteca. Em destaque também, um conjunto de livros alusivos aos Direitos Humanos.


Obrigada a todos pela preciosa colaboração!

Brevemente colocaremos aqui as fotos deste dia!


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Maratona de Cartas 2015


Maratona de Cartas 2015

A Amnistia Internacional Portugal marcou o início do grande evento anual da organização de direitos humanos que mobiliza milhões de ativistas pelo mundo inteiro.

A campanha anual da Maratona de Cartas é um dos maiores eventos mundiais de ativismo: pessoas que ajudam outras pessoas, onde quer que estas sejam; milhões que se juntam na tentativa de alcançar justiça para homens, mulheres e crianças no mundo inteiro. Todos os anos, desde 2009, e ao longo de várias semanas, a Maratona de Cartas mobiliza os ativistas a agirem em defesa de indivíduos e grupos em risco de sofrerem violações de direitos humanos.


Rafael Marques, jornalista e defensor dos direitos humanos em Angola, condenado injustamente por ter escrito um livro em que expõe graves violações de direitos humanos naquele país. O seu julgamento, politicamente motivado e violador do direito de liberdade de expressão, está em fase de recurso e a Amnistia Internacional insta as autoridades angolanas a respeitarem todas as garantias de julgamento justo e a retirarem as acusações contra o jornalista.

Raparigas e adolescentes no Burkina Faso são forçadas a casar precocemente e, assim, limitadas nas suas escolhas de vida e no exercício dos seus direitos sexuais e reprodutivos. Uma em cada três raparigas neste país é obrigada a casar antes de ter 18 anos, algumas até com apenas 11 anos – e de todas é esperado que tenham filhos muito cedo. A Amnistia Internacional exorta as autoridades do Burkina Faso a pararem de ignorar esta situação, proibida pela Constituição do país assim como pela lei internacional, e a porem fim as casamentos forçados e precoces.

Costas, grego e homossexual, e o seu companheiro, foram violentamente espancados duas vezes, em Atenas, devido às suas escolhas de orientação sexual. A Grécia continua a não tomar as medidas necessárias para estancar o aumento de violência motivada pelo ódio no país e trata os casais do mesmo sexo como cidadãos de segunda classe, não cumprindo as obrigações internacionais de proteção dos direitos da comunidade comunidade lésbica, gay, bissexual, transgénero e intersexual (LGBTI). A Amnistia Internacional urge as autoridades gregas a investigarem exaustivamente os crimes de ódio e a assegurarem que Costas e o companheiro recebem a compensação a que têm direito.

Yecenia Armenta foi condenada no México com base numa “confissão” extraída sob tortura brutal: suspensa pelos tornozelos de pernas para o ar, sufocada e espancada e violada. Está presa há três anos por um crime que assevera não ter cometido e as denúncias de tortura que fez continuam por ser investigadas pelas autoridades. A Amnistia Internacional defende que as autoridades mexicanas têm de retirar todas as acusações contra Yecenia Armenta, libertá-la imediata e incondicionalmente e responsabilizar judicialmente os seus torturadores.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Maratona de Cartas 2013

Na escola iremos, mais uma vez, apoiar esta iniciativa integrada no Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos que acontecerá já na próxima semana! 
Compreende como funciona e colabora.
Assina as cartas da Maratona e ajuda a salvar vidas!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Maratona de Cartas 2012

Hoje é o Dia Internacional dos Direitos Humanos e em vários países do mundo os que ousam defendê-los veem as suas vidas ameaçadas.
Amanhã, à semelhança do ano passado, iremos colaborar na Campanha "Maratona de Cartas 2012" da Amnistia Internacional , solicitando a professores, alunos e funcionários que enviem as cartas de apelo ou que assinem as petições online, disponíveis a partir do site da Amnistia.

Colabore, defendendo quem defende os Direitos de todos nós!


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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos

Entre os dias 10 e 14 de dezembro, a Biblioteca e o Departamento de Ciências Sociais e Humanas, dinamizarão, uma vez mais, o Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos na nossa escola.

O Fórum "Direito ao Trabalho" com a presença de elementos da Rede Portuguesa para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens; o  Ciclo de Cinema; a "Maratona de Cartas 2012" em colaboração com a Amnistia Internacional e a Feira do Livro sobre o tema.... são as principais iniciativas a dinamizar!

Participa nas atividades!

Este Mês nas Bibliotecas


São muitas e diversificadas as atividades que marcam o final deste 1º período!

Destacamos o Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos que decorrerá entre os dias 10 e 14 na ESFA e cujo programa definitivo publicitaremos em breve. Das iniciativas previstas salientamos o Fórum sobre Direito do Trabalho que contará com a presença de elementos da Rede Portuguesa para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens, a Campanha "Maratona de Cartas 2012" e um Ciclo de Cinema sobre o tema.

Homenagearemos Camilo Castelo Branco e os 150 anos da obra "Amor de Perdição", promovendo uma exposição sobre a vida e obra do autor e lançando o concurso de escrita "Meu Amor de Perdição" cujo regulamento será publicado em breve.

Ontem foi assinalado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência com a realização de um espetáculo na Biblioteca Municipal promovido pelas docentes de Educação Especial.

A bonecas "Li Li e Ri Ri" dinamizarão sessões de promoção da leitura, desta vez dirigidas aos alunos do 1º e 2º ano da ACO e aos alunos da escola de Gandufe. Também no âmbito da promoção da leitura realiza-se entre os dias 11 e 13, na biblioteca da GEA e no Ex-Colégio, a Feira do Livro, uma oportunidade de adquirir livros a preços acessíveis.

"Coadjuvação... uma experiência" - pretende partilhar os trabalhos realizados pelos alunos do 4º ano da Escola de Gandufe,  sob orientação das professoras Rita Almeida e Helena Figueiredo, que resultaram de uma proposta de atividade baseada no texto dialogal.

"Não seja indiferente, torne este Natal mais sorridente" é o lema da campanha de solidariedade que os Biblioamigos da GEA, em colaboração com a Câmara Municipal de Mangualde dinamizam até ao final deste período, destinada à recolha de livros, roupa, bens alimentares....Colabore!

E antes de ir de férias... requisite um livro!

Bom mês... boas leituras!


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Conhece os casos da Maratona de Cartas 2011

Estes são os 5 casos que a Amnistia Internacional selecionou e para os quais pedimos que colabores nesta campanha escrevendo as cartas de apelo:

Inés Fernández Ortega e Valentina Rosendo Cantú - México - foram violadas por soldados mexicanos em 2002. Apesar de terem apresentado queixa às autoridades e seguido os seus casos, nenhuma investigação concreta teve lugar e ninguém foi levado perante a justiça. Os casos destas mulheres têm sido tratados de forma desadequada pelos tribunais civis. As mulheres e as suas famílias têm sido alvo de ameaças e intimidação.

Residentes de Port HarcourtNigéria - desde 2000, mais de dois milhões de pessoas foram desalojadas à força na Nigéria. Milhares de pessoas continuam em risco de perder as suas casas. Não foi levado a cabo nenhum tipo de mecanismo de consulta dos residentes antes da demolição e não foram dados qualquer tipo de aviso, compensação, alternativa de habitação ou soluções legais, apesar de isto ser exigido pelos critérios internacionais de direitos humanos. A 12 de Outubro de 2009, 12 manifestantes foram baleados pelas forças de segurança na zona ribeirinha de Bandu em Port Harcourt, no estado de Rivers, enquanto participavam numa manifestação pacífica contra a demolição das suas casas.

Campo de Prisioneiros políticos de Yodok - Coreia do Norte - Estima-se que cerca de 50.000 homens, mulheres e crianças estejam actualmente detidos no campo de prisioneiros políticos Yodok na Coreia do Norte. Yodok é um dos seis campos conhecidos no país, nos quais se estima que 200.000 prisioneiros políticos e as suas famílias estejam detidos sem julgamento ou no seguimento de julgamentos claramente injustos. Os detidos, incluindo crianças, são torturados, obrigados a trabalhar em condições perigosas e muitas vezes executados por desrespeitar regras do campo, tais como, roubar comida.

Natália Estemirova – Rússia - ativista de Direitos Humanos foi raptada e assassinada por homens armados a 15 de Julho de 2009 em Grozny, na Chechénia. De acordo com testemunhas oculares, foi forçada a entrar num carro à porta de sua casa, enquanto gritava que estava a ser raptada. O seu corpo foi encontrado algumas horas mais tarde na vizinha República de Ingushetia. Tinha sido baleada à queima-roupa. Ainda não há sinais de que os responsáveis, incluindo os mandatários, sejam levados perante a justiça.

Hamad al-Neyl Abu Kassawy – Arábia Saudita - Hamad foi preso em Madina, na Arábia Saudita, a 26 de Junho de 2004. A sua família não recebeu qualquer informação até Fevereiro de 2005, quando um cidadão saudita que tinha visitado a prisão em Madina lhes disse que Hamad aí estava preso sob suspeita de pertencer a uma organização islâmica. Hamad trabalhava como “caixeiro-viajante” viajando entre o Sudão, a Síria e os Emirados Árabes Unidos, comprando e vendendo bens domésticos e roupa. A acusação de terrorismo de que é alvo parece dever-se às frequentes visitas que em trabalho, realizava a estas regiões.

Hamad é um dos milhares de pessoas detidas na Arábia Saudita que são frequentemente detidos durante anos antes de serem julgados, sem acesso a advogados ou tribunais que possam questionar a legalidade da sua detenção.

Nos dias 12 e 13 de dezembro estaremos junto ao pavilhão A. Participa nesta campanha!