Ficam algumas fotos!
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos - dia 1
Ficam algumas fotos!
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Maratona de Cartas 2017 - Conheça os Casos deste ano
CLOVIS RAZAFIMALALA - MADAGÁSCAR
Apelamos ao ministro da justiça no Madagáscar para que a condenação de Clovis Razafimalala seja anulada, e que os direitos de todos os defensores de direitos humanos sejam protegidos. Apelamos para que todos os traficantes sejam responsabilizados pelo comércio ilegal de pau-rosa.
OS 10 DE ISTAMBUL - TURQUIA
Apelamos ao ministro da justiça na Turquia a libertar todos estes defensores de direitos humanos e a parar a sua opressão.
SAKRIS KUPILA - FINLÂNDIA
Apelamos ao primeiro ministro da Finlândia para alterar a lei e a apoiar os defensores dos direitos transgénero.
SHACKELIA JACKSON - JAMAICA
FARID AL-ATRASH e ISSA AMRO - ISRAEL/TERRITÓRIOS PALESTINIANOS OCUPADOS
Apelamos ao primeiro ministro de Israel para que todas as acusações contra Farid e Issa sejam retiradas imediatamente.
domingo, 4 de dezembro de 2016
Conheça os Casos da Maratona de Cartas 2016
Conheça melhor os casos deste ano e apoie assinando as petições!
Annie Alfred (Malawi)
Edward Snowden (EUA)
Shawkan (Egito)
Eren Keskin (Turquia)
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Maratona de Cartas 2016 - Histórias de sucesso
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos - 1º dia
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Maratona de Cartas 2015
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Maratona de Cartas 2013
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Maratona de Cartas 2012
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos
Entre os dias 10 e 14 de dezembro, a Biblioteca e o Departamento de Ciências Sociais e Humanas, dinamizarão, uma vez mais, o Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos na nossa escola.Este Mês nas Bibliotecas
E antes de ir de férias... requisite um livro!
Bom mês... boas leituras!
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Conhece os casos da Maratona de Cartas 2011
Estes são os 5 casos que a Amnistia Internacional selecionou e para os quais pedimos que colabores nesta campanha escrevendo as cartas de apelo:Residentes de Port Harcourt – Nigéria - desde 2000, mais de dois milhões de pessoas foram desalojadas à força na Nigéria. Milhares de pessoas continuam em risco de perder as suas casas. Não foi levado a cabo nenhum tipo de mecanismo de consulta dos residentes antes da demolição e não foram dados qualquer tipo de aviso, compensação, alternativa de habitação ou soluções legais, apesar de isto ser exigido pelos critérios internacionais de direitos humanos. A 12 de Outubro de 2009, 12 manifestantes foram baleados pelas forças de segurança na zona ribeirinha de Bandu em Port Harcourt, no estado de Rivers, enquanto participavam numa manifestação pacífica contra a demolição das suas casas.
Campo de Prisioneiros políticos de Yodok - Coreia do Norte - Estima-se que cerca de 50.000 homens, mulheres e crianças estejam actualmente detidos no campo de prisioneiros políticos Yodok na Coreia do Norte. Yodok é um dos seis campos conhecidos no país, nos quais se estima que 200.000 prisioneiros políticos e as suas famílias estejam detidos sem julgamento ou no seguimento de julgamentos claramente injustos. Os detidos, incluindo crianças, são torturados, obrigados a trabalhar em condições perigosas e muitas vezes executados por desrespeitar regras do campo, tais como, roubar comida.
Natália Estemirova – Rússia - ativista de Direitos Humanos foi raptada e assassinada por homens armados a 15 de Julho de 2009 em Grozny, na Chechénia. De acordo com testemunhas oculares, foi forçada a entrar num carro à porta de sua casa, enquanto gritava que estava a ser raptada. O seu corpo foi encontrado algumas horas mais tarde na vizinha República de Ingushetia. Tinha sido baleada à queima-roupa. Ainda não há sinais de que os responsáveis, incluindo os mandatários, sejam levados perante a justiça.
Hamad al-Neyl Abu Kassawy – Arábia Saudita - Hamad foi preso em Madina, na Arábia Saudita, a 26 de Junho de 2004. A sua família não recebeu qualquer informação até Fevereiro de 2005, quando um cidadão saudita que tinha visitado a prisão em Madina lhes disse que Hamad aí estava preso sob suspeita de pertencer a uma organização islâmica. Hamad trabalhava como “caixeiro-viajante” viajando entre o Sudão, a Síria e os Emirados Árabes Unidos, comprando e vendendo bens domésticos e roupa. A acusação de terrorismo de que é alvo parece dever-se às frequentes visitas que em trabalho, realizava a estas regiões.
Nos dias 12 e 13 de dezembro estaremos junto ao pavilhão A. Participa nesta campanha!




