domingo, 8 de dezembro de 2019

"Bullying"



Filme em stop motion realizado pelos alunos do Curso de Animação Sociocultural (11ºI), na disciplina de Expressões lecionada pela docente Maria Aguiar.

Muitos parabéns a todos!


quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos


Na próxima semana iremos, mais uma vez, dinamizar na ESFA o Ciclo de Reflexão sobre Direitos Humanos. Levar os jovens a refletir sobre alguns dos problemas que afetam o mundo em que vivemos e sensibilizá-los para uma caminhada conjunta em prol da defesa dos Direitos Humanos, onde cada um de nós faça a sua parte, é o grande objetivo destes dias.

Contamos, para isso, com a presença de uma série de organizações convidadas - Cruz Vermelha Portuguesa, APAV, Banco Alimentar contra a Fome, Escola Segura e IPDJ e a colaboração de vários docentes e alunos, aos quais, antecipadamente, agradecemos.
Bem-haja a todos!


segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Conselho Nacional de Crianças e Jovens


A Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens (CNPDPCJ) divulgou no dia 20 de novembro, a criação do Conselho Nacional de Crianças e Jovens (CNCJ), o qual será realizado através de um processo de candidaturas, promovendo assim o direito à participação, plasmado no artigo 12º da Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC).

Trata-se de uma iniciativa que pretende dar voz aos jovens entre os 8 e os 17 anos convidando-os a fazer parte de um conselho nacional de reflexão e decisão sobre assuntos do seu interesse - discutir temas importantes para a sociedade, participar na tomada de decisões públicas, contactar com decisores políticos, participar num intercâmbio de experiências com outros jovens... O programa desenrola-se em várias fases implicando uma candidatura e a submissão de uma "proposta para transformar a sociedade".
Todas as informações podem ser obtidas aqui:
https://www.cnpdpcj.gov.pt/

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher - campanha



Nova campanha de prevenção e combate à violência contra as mulheres e à violência doméstica. Através do mote #DitadosImpopulares, a campanha tem como objetivo desconstruir ditados populares para sublinhar a necessidade de unir esforços nesta luta, sublinhando que a violência contra as mulheres e a violência doméstica não são assuntos privados. 

«Queremos que as vítimas se sintam confiantes para pedirem ajuda e que as pessoas que têm conhecimento de situações de violência se sintam interpeladas e não hesitem em denunciar», refere a Secretária de Estado, Rosa Monteiro. 

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Dia Mundial dos Direitos da Criança


Em 1989 foi adoptada a Convenção sobre os Direitos da Criança.  Nesse momento, os líderes mundiais assumiram um compromisso histórico com as crianças de todo o mundo: prometeram a todas as crianças protegê-las e fazer cumprir os seus direitos. A Convenção tornou-se assim o tratado de direitos humanos mais amplamente ratificado da história e ajudou a transformar a vida das crianças em todo o mundo.

Contida nesta lei está uma ideia profunda: a de que as crianças não são apenas pessoas pequenas que pertencem aos pais ou adultos. São indivíduos com direitos próprios e alienáveis. A Convenção vem assim reconhecer e formalizar a pessoa Criança enquanto sujeito de direitos próprios, e assinalar a infância e adolescência como tempos especiais, nos quais a criança deve poder crescer, aprender, brincar e desenvolver-se plenamente.

Os princípios orientadores da Convenção – a não discriminação; o interesse superior da criança; o direito à vida, à sobrevivência e ao desenvolvimento; e o direito à participação – influenciaram também inúmeras constituições, leis, políticas e práticas em todo o mundo.
Assistimos, pois, a ganhos efetivos para as crianças nas últimas três décadas: hoje mais crianças podem crescer e desenvolver-se de forma plena e saudável do que em 1989.

No entanto, este progresso não foi uniforme.

As probabilidades continuam a ser poucas para as crianças que vivem em situações mais vulneráveis e de exclusão. Além dos desafios persistentes de saúde, nutrição e educação, hoje as crianças enfrentam novas ameaças, como as alterações climáticas, a exploração online e cyberbullying ou o aumento das doenças mentais. Nos países de baixo e médio rendimentos, as crianças das famílias mais pobres têm duas vezes maior probabilidade de morrer de causas evitáveis, ​​antes dos cinco anos, do que as crianças das famílias mais ricas. Em todos os países, em maior ou menor grau, a pobreza, a discriminação e a exclusão social continuam a colocar em risco os direitos de milhões de crianças. Os conflitos armados, a desinformação online ou as alterações climáticas têm um impacto devastador no progresso global.

Para acelerar o progresso no avanço dos Direitos da Criança e travar a estagnação e o retrocesso de alguns desses direitos, precisamos de mais informação: dados e evidência científica; de recursos; de envolver as crianças e jovens na co-criação de soluções; e da aplicação dos princípios de equidade e igualdade, pilares da Convenção, em todos os programas e medidas.  

Jornal Público 18.11.2019 (adaptado)